Brasília, um celeiro de craques do futebol, em meio a crise de identidade.

O futebol brasiliense já revelou grandes craques que despontaram para o mundo do futebol, nomes como: Kaká,  Dimba, Lúcio, Jhon Cley, Rodrigo, Emerson, Varlei, em fim, jogadores que jogaram na seleção brasileira,  e em grandes clubes do futebol mundial.

A relação do futebol brasiliense entre passado, presente e futuro, ronda a nossa história.

No passado, não distante,  tínhamos grandes nomes divulgados pela mídia, como jogadores revelados em Brasília,  e que despontavam no futebol local,  e despertava interesse de grandes clubes do futebol nacional.

No presente, é possível que tenhamos jogadores com rara habilidade, atuando principalmente nas divisões de base dos clubes, e porque não dizer, nos campeonatos amadores de nossas cidades.

No futuro bem próximo, é preciso fazer uma profunda reflexão, sobre a situação atual do nosso futebol:

1 – será que estamos trabalhando corretamente as divisões de base?

2 – será que no futebol amador de nossas cidades, não existam jogadores despontando, e que não tenham condições de jogar no futebol profissional?

3 – Porque os empresários de nossa cidade não investem no futebol de Brasília?

4 – Porque a mídia apóia pouco o futebol de Brasília?

5 – Porque alguns dirigentes dos principais clubes, ao invés de somar, insistem em gerar divisões,

O futebol de Brasília vive uma crise de identidade,  o reflexo disso, é não termos nenhum time pelo menos no campeonato brasileiro da série B.

O futebol é uma paixão nacional, portanto, por tudo aquilo que já conquistamos,  torcedores,  e clubes merecem respeito,  é preciso unir forças,  quebrar paradigmas,  e tornar o futebol candango mais atraente, organizado, preços mais acessíveis, melhor divulgação, incentivar a paz nos estádios, fazer sorteios promocionais, dar mais atenção as divisões de base, trabalhar melhor a transição entre as divisões de base e profissional, e não esquecer o futebol amador.

Em fim, que todos os envolvidos, (FFDF, clubes, torcedores, patrocinadores), tenham união, e busquem soluções práticas em prol da reestruturação do futebol candango.

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