APAE É 11: UM EVENTO DE SUCESSO, POR UMA CAUSA MUITO NOBRE!

Se uma palavra bem define o evento APAE É 11, essa se chama: EMOÇÃO, do começo ao fim.
Ontem o Gama e o Estádio Bezerrão, viveram momentos de muita alegria. A Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) é uma associação em que, além de pais e amigos dos excepcionais, toda a comunidade se une para prevenir e tratar a deficiência e promover o bem estar e desenvolvimento da pessoa com deficiência, e mostrar o valor dessas pessoas para a comunidade em geral, e por isso, Romário, que é pai de Ivy (que possui a síndrome de Down), fez questão de lançar o projeto, com um amistoso entre “estrelas”, o jogo foi entre Amigos de Romário x Amigos de Igor (Secretário-adjunto de Relações Institucionais e Sociais da Casa Civil do Distrito Federal).
Mas as emoções não ficaram por conta do baixinho, o professor Luciano (APAE SOBRADINHO), apresentou a comunidade o Grupo de Capoeira Aruandê, um trabalho magnifico feito com os alunos excepcionais, e que maravilha meus amigos, Arthur, um dos alunos, era excepcional nos saltos, e teve seu pedido atendido, ele pediu e o público
Após isso, houve um jogo misto entre os alunos e professores da APAE – DF, onde mais uma vez, os excepcionais mostraram que o preconceito existe apenas aos olhos de quem vê, dentro de campo, mostraram como se joga muita bola, o jogo ficou empatado, em 2 x 2. Após o jogo, a animação ficou por conta da banda de forró da APAE / DF – Baião de 2.
Formada por sua maioria por excepcionais, a banda agitou o público que lotou toda a arquibancada oeste, com um forrozinho bem aconchegante, a banda já existe há 4 anos e inclusive já lançaram CD.
Bem, após isso, muita emoção ainda estava por vir, se aproximava a hora do jogo das estrelas, Romário, Darnlei, Delei, Paulo Victor, Lira, Valber, Esquerdinha, Marcelinho Carioca, Dimba e muitos outros arrancaram o grito e a euforia do público, cada jogador, entrou com um aluno da APAE e todos foram aplaudidos de pé, muitos se emocionaram durante o Hino Nacional, e todo o evento.
Dentro das quatro linhas muitas surpresas, no time do Baixinho tinham muitos rostos conhecidos: Cicinho, Romarinho, Delei, Alex Dias, Fábio Braz, Lira, Paulo Victor, Danrlei entre outros, já o time de Igor, contava com Marcelinho Carioca, Dimba, Lúcio, Esquerdinha, Reinaldo e Popó, além de convidados, amigos e patrocinadores.
O jogo foi intenso, e Romário, acreditem meus amigos ainda tem o faro de gol apurado, ontem, apesar do jogo Festivo, o baixinho fez 5, sendo 2 de cabeça. Uma dupla que funcionou muito bem e deixou a torcida vascaína presente com muitas saudades: Alex Dias e Romário, que foram companheiros de time no Vasco e comandavam muito bem o setor ofensivo nos anos 2000.
Outro velho conhecido da torcida, entrou muito bem e surpreendeu, apesar de fora de forma, Marcelinho Carioca, o pé de anjo, correu muito e mostrou que ainda tem a pontaria apurada. O primeiro tempo encerrou com uma vantagem elástica pro time de Romário: 5×1.
No intervalo, o baixinho deu uma breve entrevista a imprensa local, e foi rapidamente chamado para uma cerimônia que ocorreu no campo mesmo, alguns alunos da APAE entregaram a ele uma camisa do evento “APAE É 11” e uma placa em homenagem a todo serviço e apoio prestado a APAE, logo após as homenagens, Dona Diva, presidente da APAE – DF, recebeu uma doação no valor de R$ 30000,00 para ser usado em todas as atividades nas quatro unidades do Distrito Federal.


No segundo tempo, os times voltaram a campo bastante modificados, mas com as principais estrelas em campo, Darnlei, ex goleiro do Grêmio, mostrou bastante habilidade e garra jogando so 90 minutos como volante do time do Baixinho, o time de Igor, descontou logo no inicio, mas o Romario estava impossível, lembrando os bons tempos de jogador de clube e da Seleção Canarinho, foram 3 gols em 10 minutos, após mais algumas mudanças, o jogo se encaminhou pro final, e o resultado foi um baile: 10 x 5 para Romário e cia.
O baixinho destacou a presença e a importância da sociedade, para que possamos aprender, a lidar e entender os excepcionais, agradeceu a imprensa por toda a cobertura, e também, explicou que só percebeu certas dificuldades após o nascimento de Ivy, e hoje, durante todo o seu mandato como Senador da República pelo estado do Rio de Janeiro, destacou importantes apoios a todos os projetos voltados a área, e que a sociedade desenvolva algo que nunca aprendeu.
No fim, o baixinho atendeu várias crianças, e fãs, inclusive alguns jogadores, como Reinaldo, queriam tirar uma foto com baixinho, o mesmo ainda jogou bolas autografadas a torcida, deu autógrafos e tirou muitas fotos.
A APAE conta com um serviço voluntário para lhe dar com os excepcionais, todos podem ser voluntários e, para tanto, não é necessária nenhuma especialidade. O que conta é o desejo de ajudar e ter consciência da missão e procedimentos da entidade. Considera-se serviço voluntário, conforme Lei Nº 9.608/98, a atividade não remunerada, prestada por pessoa física a entidade pública de qualquer natureza ou instituição privada de fins não lucrativos. O serviço voluntário não gera vínculo empregatício nem obrigação de natureza trabalhista, previdenciária ou afim. Ele deve ser exercido mediante a celebração de termo de adesão entre a entidade e o prestador do serviço voluntário. Caso queira ser voluntário(a) da APAE/DF, visite a instituição, conheça nossas ações e veja quando e como pode nos ajudar. Após a visita, você preencherá o termo de adesão e então poderá começar seu trabalho em favor de pessoas com deficiência intelectual e múltipla.

Para mais informações, ligue a assessoria da APAE-DF: (61)2101-0491

 

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